Deciframento

Antes nunca rios navegados
Taciturnos venturosos obstáculos
Cansados de cruzes carregadas em sol a pique

Iluminadas diante do despreparo
Às vezes entende-se um monte de coisas
Em devaneias expressões corrupiadas

Reflexos num semblante blasé
Percorrem-se pequenos pontos luminosos
Decorrendo como neve em prantos sorridente

Nada se pode ver
Em nada se quer olhar
O nada talvez seja essa a solução

Os pensamentos fogem da razão
Pretensiosamente a tentativa de controla-los é fraca
O liquidificador é ligado

Tudo passa, na verdade tudo já passou!
Aquilo que o sorvete parece doce
Amargo sempre desce

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