sexta-feira, 16 de abril de 2010

Nu

Desnudo estou
A minha alma aberta cala
A expressões não são de tristeza melancólica

Nu estou
Com o coração pregado em uma lança
Mas sem receios de estar assim

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ao ser que sigo!

O desconhecido seduziu-me
Encantos letrados revestidos de silêncio
O olhar languido cuidadosamente pensado devora-me

Tua face límpida reveste-se de mistério
Na intempestiva inocência de te seguir
Olho um ser sem igual aparência

As ideias gladiam-se a existência intemperes
Com um jeito peculiar quase me desnudando
Palavras compõem um ser quase fechado

Observo com um olhar científico
Tudo é fachada, precisa de palavras para te proteger
Medo nunca corresponde a entrega

Doce e intenso o meu jeito de ser
Aspéro e corrosivo seu jeito de olhar
Fôrmula quase retórica de dizer
Te sigo na falência que tu mostras ser
Adoro te provocar!