Ao ser que sigo!

O desconhecido seduziu-me
Encantos letrados revestidos de silêncio
O olhar languido cuidadosamente pensado devora-me

Tua face límpida reveste-se de mistério
Na intempestiva inocência de te seguir
Olho um ser sem igual aparência

As ideias gladiam-se a existência intemperes
Com um jeito peculiar quase me desnudando
Palavras compõem um ser quase fechado

Observo com um olhar científico
Tudo é fachada, precisa de palavras para te proteger
Medo nunca corresponde a entrega

Doce e intenso o meu jeito de ser
Aspéro e corrosivo seu jeito de olhar
Fôrmula quase retórica de dizer
Te sigo na falência que tu mostras ser
Adoro te provocar!

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