Momentos a sós

Quantas almas sentem-se sós
Dentro de vastas multidões
No profundo acanhamento
Entre o ter e não ter

O mundo pede movimente-se
Parados na inércia fulguram ostentastes
Cada qual com a sua dureza
Na límpida face desnuda

Momentos a sós
Deveriam ser de paz interior
Mas não o são, o caos borbulhante
Em pequenas notas inconstantes

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