Devagar

A vida passa de relance
Se for para vivê-la que seja neste instante
Sem medo de me entregar sigo-a
Pode ser devagar

Sabe aquela música
Meu santo é de barro
Primeiro você veio
E devagar me pedes e vou

Em uma ponte, as águas por baixo passam
Olhando ao fundo percebe-se a claridade
É um remanso que vem e passa
As águas nunca são paradas

Vou devagar como tu pedistes
Como esse remanso que agora vistes
Elas passam, não há represa
E a vida continua

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