Lágrimas

Escorro pelo teu rosto
Desço rente àquela muralha
Lavando tudo que está a volta

Cada gota da minha presença
Pode ser algo da inocência
Antes que seja fora do que vertidas dentro

Teu gosto quase sempre amargo
Fogem para o alto em pensamentos
Que mais geram água e sofrimento

Pode ser de alegria
Nunca quase contida
Daquelas que saem fora da garganta
Inundando céus e terras

Em um simples lacrimejar
Cada gota a de lembrar
Um fato de exixtência que existe
E sempre na memória hei de guardar

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