Caminho

Não sei ao certo percorrer em linhas retas
Aquelas cor de abóbora
Verdes em lembranças mórbidas

No tropeço do avesso
Daquele jeito sem saber
Cada qual com a sua metade

Os ouvidos sentem o som
As palavras nem sempre são úteis
Gesto contínuo de afeto

Sentirei a vida com a alma
Se estas são coisas repetidas
Quem é o Senhor do tempo para julgar

O caminho nem sempre existe
A gente vaga até que um dia
Aquela sentelha inspiradora
Para e diz: - Vem comigo, eu não o caminho

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