Meu ato de contrição

Com o coração contrito de paixão
A alma elevada ao som do natural
Vejo a tua presença na tua ausência

Corro os olhos no mundo
Que para muitos é pura perdição
E encontro alento para confessar
A beleza deste mundo está fixa nos teus olhos

Se tú usares lentes miópes
Verás que não enxerga o mundo com bons olhos
O mal não é ausência de bem
Na realidade isso é tão Maquiável

Equilíbro meus pensamentos numa corda frágil
Não tenho verdades para dizer
Corra para o alto de uma serra
E terás a nitída certeza que a vida é um nada

É uma interrogação sempre presente
Nestas linhas do meu ato de contrição
Quero apenas dizer a tú que lê
Não há certezas, a única beleza da vida está nas incertezas

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