Não dou o meu amor

Eu te sigo pelas ruas descalçadas
Com aquele chão batido de pó
Crio um mundo imaginário
Ergo aquele castelo de terror

Pinto a cara com sombra e morte
Minhas música são sombrias
Testo a inteligência dos meus monstros
E como uma mãe os plenifico

Teus desejos são absolutamente meus
Comando o teu pensar e agir
Faço de você uma bola de futebol
Meto o pé quando chega o fim

Quero tudo aquilo que é meu
Te dou o meu sincero amor
Não se engane com tal atitude
Eu pareço o que não sou?

Um ponto final só termina quando determino
E minhas poesias nunca têm
Reveja o que te digo
Não amarei nada, nem música e nem ninguém

Prefiro o meu amor incondicional
Aquele que guardo só para mim
Evite olhar com os teus olhos de "dê o seu amor"
Porque sou Medusa, e pretrifíco tantas quanto sejam necessárias
A história me fez assim, não me dou e te dou

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