Pensei no povo de lá

Naqueles governos ditatoriais, o povo clama por liberdade
Os gritos de pavor se escuta aos montes, numa clara sinfonia do terror
Todo ditador tem o ego grande, mas a alma é pequena
Vejo no Oriente Médio reflexos de um mundo em oposição

Clara intenção de intimidação, deixe as palavras de lado
Lute pelo seus ideais com a faca nos dentes
Que a democracia tanta proclamada de agora, não seja apenas linhas de jornais

Massificando uma geração antes adormecida
Encontra-se a tocha e as bandeiras
Se há alguém neste mundo que prefere a opressão
Vós direis este alguém não ama nem a si mesmo

Que os árabes consigam restabelecer tua fé
Naquela liberdade proclamada por todos
E que não fiquem em silêncio sentindo tuas dores

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