Na cidade de Riju

Adormeceste
Fauno veio a teu encontro
Levou-o a cidade de Riju
Lá onde não há bons e maus
Os rijuensis são seres com mãos de martelo
Vestem-se de togas brancas
Há também os religares que detêm a sabedoria
Corporificam os sete alados
Como é estranho aquele lugar

Pausa

Aquela luz o cega
Entorpece a mente
E ficas sem saber se as criaturas são pacíficas
Olhaste para trás e veio a escuridão
Fauno pede para que entre na toca de Utá
As árvores da desolação chegam
Penetram naquele solo úmido e pedregoso
Fauno arranca-o e o eleva
Acorda, acorda

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