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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

Reflexões espirituais

Deus tem predileção pelo gênero feminino. Basta olhar as inúmeras mulheres que fazem da vida um serviço constante a Ele. A mulher deixa de ter um papel coadjuvante para se tornar protagonista na sociedade humana. Assume a responsabilidade oras masculinas e as conduz com graça e energia femininas. As mulheres são fruto do amor de Deus que se tornaram vivificadas quando assumem pra si as características femininas e as vivem no dia a dia com a beleza do gênero.

Por que há catástrofes naturais?

Tudo converge a diversidade. Ela é que mantém a vida sobre suas várias concepções e estabelece uma maneira de viver consciente. A homogeneidade existe enquanto "doença" que derruba a heterogeneidade em momentos de crise e por isso ambas são necessárias para que ocorra mudanças ontológicas.

Pensamento

Se não sabemos para onde iremos, mas difícil é supor o que somos. Diante de um espelho que não distorce a vida, as palavras perdem sua lógica se se sacralizam. Talvez assim é mais confortável caminhar.

Futuro

A parede branca
O quarto de um hospital
Fios e um entubador
Oxigênio que pouco se consegue
Respiro lento, pulsátil
Uma veemência do existir
Pouco se quer ver em aquarela
A propensa dor do porvir

Obsessor

A alma constrangida de outrora
Sequestrada de seus princípios morais
Revestida de uma áurea mortificadora
Arrasta as correntes com instinto desafiador
Libertas com a oração e a caridade
Um novo mundo há de deslumbrar
Presença de espíritos superiores
A alma obsessa a de se libertar

Além-túmulo

Choro que envolve de lágrimas
Corações apertados em um peito semiaberto
Fulguraste o encanto do saber
Coisas pequenas não há de se preocupar

Realizastes mil novas tentativas
Naquela imensidão de um mar
Águas claras e empobrecidas
No além-túmulo hão de ficar

Sonhos e pressentimentos

Estou perdido dentro de mim mesmo Rodopiando em emoções e sentimentos Estável aos olhos de uma humanidade Mas diante do espelho alma, inconstante
Procuro auxílio Os espíritos me instruem Em um sonho murmurado Ela se apresentou
Não ignores os instintos Com força e fé lá chegarei Diante de tudo que não vejo Pressentimentos pra sempre ouvirei

Errante

Sentado na calçada pedindo um amor Mãos estendidas em concha Cada vintém seu dessabor
Olhando fixamente Angustia e medo Um prato de comida, por favor
Um desaparecido dos jornais Fome e sede de viver Arruma outro corpo E a alma há de permanecer
Céus, Estrelas a brilhar A formosa noite E ainda encontro-me a vagar


Riscos no céu

Aviões que cortam o céu Deixando rastros de uma fumaça pálida Em xis na tela como se fosse quadro Pintado pela obra do acaso
Constantemente os vejo Circulando no céu da minha casa Tanto no poente como no nascente
Sempre na mesma fixação Olho para o céu e sinto-me prisioneiro Refúgio e Éden