Sexta-feira da paixão

Roxo
Que fica no tempo
Transforma em alimento
A dor e a paixão

A cruz
Símbolo de vitória
Carregada e depois estendida
Branda aos quatro ventos
Na ressurreição de dois mil anos

Um carpinteiro que pela vida afora
Juntou-se aos pequenos
Alimentou os excluídos
E veio a morrer por defender seu ideal

O sagrado da morte e vida
Ancorada naquela ferida
Escancara-se de luz e alegria
E que Ele ressuscite dentro de cada um de nós.



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