Escuridão

Há muito tempo não ouço as crianças brincarem
As praças desabitadas de cultura e lazer
Enchem-se de pedras, pó e fumaça

No trânsito o poder de quem corre
Passa depressa, o tempo morre
Abarrotamento de carros
Vias quase intransitáveis

O caos no contemporâneo
A arte vibra de sem nexos
Apenas pra chocar e ser ouvida

Quem me dera se conhecimento gera-se revolução
Num anseio de uma breve transformação
As mãos que balançam o berço da humanidade
São sofregas tentativas de toda desilusão

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