Eu ei de ser poeta


Eu sou a beleza de uma aurora boreal
Em um céu oculto abismando-se
Gerando infinitas fagulhas de uma luz clara
Nevoeiro que apascenta o ser

Crio imagens das mais belas
Como sinfonia de um eterno aprender
A palavra gera em mim certa ânsia
Inestimável razão pra se viver

Não julgues o meu caminhar póetico
De intenções primaveris
Recolho cada benção alcançada
E sempre ofereço a ti

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