Prelúdio

Sempre escutei esta frase "viajei na maionese", e sempre referi a ela como se já tivesse nascido com este estigma. Pra quem não sabe, é a mesma coisa que sonhar acordado, ficar ruminando ideias, sonhos, devaneios. Faço muito isso "viajar na maionese"...(risos). 

É como se meus pensamentos fossem feitos de ar, são bolhas de ar, daquelas que você espreme e estoura. Talvez, por isso, eles sejam voláteis, raramente fixos. 

Hoje, preciso me concentrar mais pra fazer as coisas, sou quase um plástico bolha (risos). Ideias sempre tenho, elas vem com muita rapidez, é quase uma enxurrada, depois tudo passa e fico num marasmo. Sempre penso, foco, tenha foco. Fico a vaguear, depois aterrizo. 

Um dos meus objetivos é voltar a faculdade, gosto do ambiente, como já disse algumas vezes, quero fazer Letras, ou Filosofia, ou História (risos), aterriza. Ou junte todos os três num só curso, na minha monografia (risos), aterriza. Vou voando e aterrizando, voo mais um pouco e aterrizo. Mas pensando bem não são coisas conflitantes, pelo menos isso (risos). Essas são reflexões que faço neste início ou melhor prelúdio de ano.

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