Subvertendo o tédio

Enfadonho
Enfadado
Os dias que se passam pela janela
Escorrendo como orvalho matinal
O tédio e a angústia
De tudo ser tão banal
A poesia dos meus olhos é que em tudo encanta
Transforma a rotina lógica em perfeita substância
Tudo que era banalizado se torna sacro
A luz que dá visibilidade não é a natural
É aquela constituída de ferro, minério e flores.

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