O silêncio

Têm momentos que o silêncio é a mais desafiadora das provas que temos que passar aqui na Terra. Quando estamos sós podemos nos manter em contato com algo sobrenatural, que ultrapassa a matéria e nos reconecta com aquela centelha divina.


Reconectados com aquela força que nos acolhe, nos ampara, devemos dar só o que é necessário dar, nem muito e nem pouco porque corremos o risco de perdemos tudo que construímos.


Quando a gente faz uma pausa pra essa ligação afetiva, intuitiva, nos inspiramos em coisas que nem percebemos no dia a dia.


Estou fazendo esse exercício do silêncio. O silêncio não é ausência de pessoas é apenas uma pausa numa mente atribulada e dispersa como a minha.


Cheguei a conclusão que devo fazer mais pausas, pra doar o que há melhor em mim e não o meu pior.


Toda língua que cai sobre os atos dos outros corre o risco de viver infeliz, entediada num mundo tão certo pra si mesmo.


Toda língua que se abre como dávida pra o outro é mais feliz porque dentro dela o silêncio não atrapalha, a comtempla.

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