Pensamentos poéticos II

No ponto simbólico
da mente
que faz nós
alinhavando o destino
sem deixar pontas
costurando-as.
Isso sim
a costura das ideias
dos pensamentos absurdos
da falha de caráter.
Da opinião alheia
dos versos malfeitos.
Diria mais
cada palavra obscena
que seca a beleza da fala
dos instantes poéticos que se vão.
Não
não é necessário crescer
Ou todo crescimento é inevitável
mudo como uma pulga
carregando fardos que não são meus
Cansei
Cansei de ser calado
de me manter calado
diante de tantas coisas
É o fim
Um notório finalmente
de cores degrades
E lutas com dragões.

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