Realidade

Eu sou aquele que fulguras em céu estrelado
Que no açoite da luz do meio dia
Pensa e para:
Toda vida que te dei nunca será o bastante
As correntes que me prendiam
Ora não existem mais
Libertei-me de um pesadelo
E no paraíso imaginário cá estou
Deslumbramento é bobagem
A vida tem sempre seu dissabor
Não vou contentar com migalhas
Quero tudo que puder
Escreverei até minha morte
Com palavras das mais simples
Cada verso será meu
E criando minha própria identidade
Seguirei rumo a minha realidade
Que se transfigura
Em gestos de um bom adeus

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A luz