A melancolia

Anjo sem asas
Decrepito ser alado
Ser com luz própria
Diante da humanidade
Melancolia
Arte que se apregoa 
O melhor de mim
Vasta imensidão deste mundo
E o bezerro me olha
Calmo estou neste vale de podridão
Terrorismo, intolerância religiosa e vingança
A faca corta o pulso
Jorra o líquido precioso
E naquele ser o estado melancólico se desfaz
 



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