Alucinação poética

No céu listras brancas
Nuvens como gel
E a beleza da flor
Instantes se foram

Não que eu traga mal agouro
Nem pressentimentos ruins
A vida de cabeça para baixo
E o amor como fim

Sou uma roda gigante
Para baixo e para cima
Meus sentimentos estão
Não vejo e nem sinto o teu calor

Frio que formiga a alma
Coração de um rebelde sem uma causa
Não sei o que pretendes comigo
Sou todo ouvidos e dor

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