Quotidiano

Meu mote é o quotidiano
simples razão do existir
monótono como não há
livre deve ficar

A liberdade de escrever o que se quer é angustiante
tédio em cima de tédio
suplantando a própria verdade
e fazendo da vida um mistério

Que nada diria alguns
não há mistério em viver
o que há é um pobre balanço
de expressões surripiadas

Ladrão de sentimentos
que se esvaem a cada estrofe
não aguento, não suporto
o meu adeus ao tempo 









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