quinta-feira, 3 de novembro de 2016

A dor no peito

Jorro água pelas ventas
O sangue que escorre purificado
Encontra um rio de solidão
Naquela beirada de uma praia
Não fui eu que causei a maldição
Ela veio das águas do mar
Entre maremotos existências
Frios cortes na pele escura
Deixam marcas que nunca saem de lá

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