Nova Iorque X Belo Horizonte

Às vezes, recolho na minha insignificância
Que é a vida que passa ao lado
Procuro você em outros cantos
Nas pontes de uma Nova Iorque existencial
Cidade que quero conhecer
Cosmopolita que abraça muitos
De longe é assim que a vejo

Depois volto-me para minha Belo Horizonte
Cidade arraigada em pequenos gestos
Diríamos até contidos
Uma timidez provinciana
Que remete ao século XIX
Vendo-a como uma donzela e casta
Sendo deflorada por pessoas de uma índole duvidosa

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